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Hoje é Terça, 12 de Dezembro de 2017

ATUAÇÃO FISIOTERAPEUTICA NA ESPONDILITE ANQUILOSANTE

          Segundo Ramiro 2010, as doenças reumáticas são definidas como alterações no sistema musculoesquelético, de causa não traumática, incluindo doenças inflamatórias, degenerativas, metabólicas. O mesmo autor ainda relata que em países desenvolvidos, as doenças reumáticas se encontram entre as principais causas de incapacidade, tendo importantes repercussões na qualidade de vida e funcionalidade.

          Atualmente, a Espondilite Anquilosante (EA) é caracterizada por uma doença reumática inflamatória crônica, que afeta principalmente a coluna vertebral, incluindo articulações sacroilíacas (osso de quadril) e, posteriormente, articulações periféricas (EL TECLE et al., 2015; SCHETT, 2010). Em fases mais avançadas, repercussões noutros órgãos como coração e suas cardiomiopatias, insuficiências valvares, defeitos de condução sanguínea e outros, estão presentes entre 2 a 10% dos pacientes com EA (SCHETT, 2010).

          A sintomatologia mais frequente inclui dor articular, rigidez matinal e astenia (perda de força). Entretanto, a limitação da mobilidade vertebral é um dos principais achados físicos na EA, afetando a extensão da coluna e expansibilidade da torácica. Sendo esta, diretamente relacionada a problemas na mecânica respiratória, e aquela, a fusão vertebral (MONEMI et al., 2011).

          Segundo as diretrizes da Sociedade Internacional de EA (ASAS/EULAR), para a realização de um diagnóstico é necessário observar os sinais e sintomas sugestivos para a doença, histórico do indivíduo, testes clínicos, laboratoriais e radiológicos, assim como as manifestações extra articulares e presença de comorbidades (BRAUN et al., 2011).

          O tratamento fisioterapêutico nas doenças crônico degenerativas, têm demonstrado alta eficácia quando se fala em melhora da funcionalidade, qualidade de vida e retorno as atividades de vida diária. Contíguo, tratamentos diferenciados como PILATES, OSTEOPATIA e RPG, por exemplo, proporcionam a curto e longo prazo melhora da flexibilidade e mobilidade, bem como a redução da sintomatologia dolorosa. O que para a EA é primordial. A clínica VIVA FISIOTERAPIA dispõe de todos esses serviços e profissionais capacitados para esse tipo de intervenção.

          Agende já a sua avaliação.            

REFERÊNCIAS

Braun, J., van den Berg, R., Baraliakos, X. Baraliokos., Boehm, H., Burgos-Vargas, R., Collantes-Estevez, E., Dagfinrud, H.Dijkmans, B., Dougados, M., Emery, P., Geher, P., Hammoudeh, M., Inman (2011). Update of the ASAS/EULAR recommendations for the management of ankylosing spondylitis. Ann Rheum Dis, 70(6), 896-904.

El Tecle, N. E.Abode-Iyamah, K.O., Hitchon, P. W., & Dahdaleh, N.S. (2015). Management of spinal fractures in patiens with ankylosing spondylitis. Clin Neurol Neurosurg, 139, 177-182.

Monemi, M., Taylor, N., & Tehrani, M. (2011). Cardiopulmonary manifestations of ankylosing spondylitis. Int J Rheumatol, 2011, 728471.

Ramiro, S.C., Helena; Branco JC. 2010.EpiReumaPt Protocol – portuguese epidemiologic study of the rheumatic diseases. Acta Reumatol Port, 35, 384-390.

Schett, G., & Rudwaleit, M. (2010). Can we stop progression of ankylosing spondylitis? Best Pract Res Clin RHeumatol, 24(3), 363-371.    



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